Seu Ivo Costa, 62 anos, foi atingido pela bomba caseira e teve sua mão amputada, em fevereiroDepois de ser liberado porque colaborou nas investigações no caso da bomba que explodiu no Heriberto Hülse, em Cricíuma, em fevereiro, durante a partida entre Tigre e Avaí, Franklin Roger Pereira, 22 anos, teve a prisão preventiva decretada hoje, pelo juiz da 1ª vara Criminal de Criciúma, Manoel Donisete de Souza.
O rapaz desta vez foi indiciado por porte ilegal do artefato explosivo arremessado contra a torcida do Criciúma e que atingiu e dilacerou a mão direita do torcedor Ivo Costa, 62 anos.
De acordo com o promotor Alex Sandro Teixeira da Cruz, ontem, 18, o juiz havia acatado o pedido de preventiva apenas dos outros dois acusados, Juliano Marinho de França, 22 anos, e Guilherme Fretta Lacerda, 33 anos.
Nesta quarta-feira, mesmo sem solicitação da promotoria, o juiz Manoel Donisete de Souza pediu via ofício a prisão preventiva de Franklin por entender que o rapaz teve participação ativa no caso.
Enquanto os torcedores estão com a preventiva decretada, os dois clubes foram absolvidos no dia 13. O resultado da votação no julgamento do Leão foi o mesmo que ocorreu com o Criciúma, minutos antes, na sede da Federação Catarinense de Futebol, em Balneário Camboriú. O resultado ficou empatado em 4 a 4, sendo, portanto, favorável à absolvição dos réus, segundo considera o artigo 131 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
O rapaz desta vez foi indiciado por porte ilegal do artefato explosivo arremessado contra a torcida do Criciúma e que atingiu e dilacerou a mão direita do torcedor Ivo Costa, 62 anos.
De acordo com o promotor Alex Sandro Teixeira da Cruz, ontem, 18, o juiz havia acatado o pedido de preventiva apenas dos outros dois acusados, Juliano Marinho de França, 22 anos, e Guilherme Fretta Lacerda, 33 anos.
Nesta quarta-feira, mesmo sem solicitação da promotoria, o juiz Manoel Donisete de Souza pediu via ofício a prisão preventiva de Franklin por entender que o rapaz teve participação ativa no caso.
Enquanto os torcedores estão com a preventiva decretada, os dois clubes foram absolvidos no dia 13. O resultado da votação no julgamento do Leão foi o mesmo que ocorreu com o Criciúma, minutos antes, na sede da Federação Catarinense de Futebol, em Balneário Camboriú. O resultado ficou empatado em 4 a 4, sendo, portanto, favorável à absolvição dos réus, segundo considera o artigo 131 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).

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